< Back to the blog Category: Psychoanalysis, Human Rights & Society It is with great honor and a deep sense of ethical commitment that we announce the official release of the English e-book edition of the Pre-Congress Communications (May 2025 Edition), launched during the IV International Congress in May 2026 in Maputo! Titled “Pre-Congress Communications: Children, War, and Persecution – revisiting wounds, rebuilding hope” (3rd Edition of the Rebuilding Hope Notebooks), this volume compiles the essential reflections and papers presented during the virtual Pre-Congress held on May 10, 2025. 🌐 A Scientific and Political Milestone: From May 2025 to May 2026 The May 2025 Pre-Congress was conceived as a vital space for reflection amidst ongoing global geopolitical crises and conflicts that severely impact children and adolescents. Due to post-electoral instabilities in Mozambique in late 2024, the organizing committee responsibly transitioned the gathering to an online format, ensuring participant safety while maintaining an unyielding focus on child protection and trauma intervention. Compiled and edited by Bóia Efraime and Fazila J. Rebelo, with editing by Sheila Melzak, this material serves as a foundational pillar for the discussions at the IV International Congress taking place this May 2026 in Maputo. What You Will Find in the E-Book The e-book gathers interdisciplinary and psychoanalytic insights from global experts (Mozambique, Brazil, Germany, Portugal, UK, Italy, among others): Why You Should Read This Publication “Without a past, without historical learning, and without personal and collective narratives, it is difficult to rebuild hope.” — Jochen Walter Whether you are a psychoanalyst, psychologist, researcher, educator, or human rights advocate, this volume offers critical theoretical and methodological tools to address social trauma and community-based psychological care. Access and Read the Full E-Book Don’t miss the opportunity to explore this work released during the May 2026 Congress. Click the link below to access the full digital English edition: 👉 CLICK HERE TO READ THE FREE E-BOOK (ENGLISH EDITION / MAY 2025) < Back to the blog
Revisitando Feridas, Reconstruindo a Esperança: A Urgência da Psicanálise Diante da Infância em Guerra
< Voltar para o blog Categoria: Psicanálise, Direitos Humanos e Sociedade É com grande honra e senso de compromisso ético que anunciamos a publicação da versão em inglês do e-book oficial de comunicações do Pré-Congresso (versão de Maio de 2025), lançado especialmente durante o IV Congresso Internacional em Maio de 2026 em Maputo! PDF Sob o título original “Pre-Congress Communications: Children, War, and Persecution – revisiting wounds, rebuilding hope” (3.ª edição dos Cadernos Reconstruindo a Esperança), o livro compila as ricas discussões e apresentações realizadas no evento virtual em 10 de maio de 2025. PDF Um Marco Histórico e Clínico: De Maio de 2025 a Maio de 2026 O Pré-Congresso de Maio de 2025 foi idealizado como um espaço vital de reflexão diante das crises geopolíticas globais e dos conflitos que atingem diretamente crianças e adolescentes. Devido às instabilidades e ao clima pós-eleitoral vivenciado em Moçambique no final de 2024, a comissão organizadora tomou a decisão responsável de realizar o evento de forma virtual, garantindo que o debate não fosse adiado e que a segurança de todos fosse preservada. PDF+ 1 Compilado e editado por Bóia Efraime e Fazila J. Rebelo, com edição de Sheila Melzak, este material serving como pilar e fundamentação para as discussões do IV Congresso Internacional que ocorre neste mês de Maio de 2026 em Maputo. PDF+ 1 O que você vai encontrar no E-book? O e-book traz contribuições interdisciplinares e psicanalíticas de especialistas de diversos países (Moçambique, Brasil, Alemanha, Portugal, Reino Unido, Itália, entre outros): PDF Por que você precisa ler este material? “Sem um passado, sem aprendizado histórico e sem narrativas pessoais e coletivas, é difícil reconstruir a esperança.” — Jochen Walter PDF Se você é psicanalista, psicólogo, pesquisador, educador ou militante dos direitos humanos, esta obra oferece ferramentas teóricas e metodológicas fundamentais para compreender o impacto do trauma social e articular novas formas de cuidado comunitário e subjetivo. PDF 📩 Baixe a obra e aprofunde seus conhecimentos! Não deixe de conferir o material completo lançado durante o Congresso de Maio de 2026. Clique no link abaixo para ler a edição digital em inglês do e-book: PDF 👉 CLIQUE AQUI PARA LER O E-BOOK COMPLETO (VERSÃO INGLÊS / MAIO 2025) < Voltar para o blog
Children, War, and Persecution: How Trauma Crosses Generations and How We Can Reinscribe Hope
< Back to the blog How do armed conflict, exile, and structural violence impact a child’s psyche? Even more critically: how do these silent psychic wounds transcend time and pass from parents to children? We live in a world where sociopolitical crises, guerrilla warfare, and extreme violence continue to claim not only lives, but the very innocence of millions of children. In war zones, many endure abuse, loss of family, or are forced into combat. Yet the psychological toll does not end when conflict ceases. It unfolds across generations in silences that scream, somatic symptoms, and transmitted trauma. To explore pathways for clinical listening, psychosocial support, and psychological reconstruction from a Global South perspective, an international network of psychoanalysts, researchers, and specialists from Mozambique, Brazil, Angola, Switzerland, Germany, Portugal, the US, and the UK are coming together. Whether you work in mental health, education, human rights, or are deeply engaged with child development and contemporary psychoanalysis, this document is essential reading. What Will You Find in This Ebook / Comprehensive Guide? This document presents the official, detailed program for the IV International Congress of Psychoanalysis, hosted in Maputo (Mozambique) by Universidade Politécnica alongside partner institutions. Key thematic axes include: Why Should You Read This Material Today? “Violence begins when we stop seeing the other.” — Paulina Chiziane 📖 Access and Read the Full Ebook Now! Don’t miss the opportunity to deepen your understanding and engage with this transformative reflection. 👉 Click here to access and read the Full Ebook in PDF 👈 (Discover the full schedule, clinical panel details, keynote speakers, and how to participate in this transformative event.) < Back to the blog
Crianças, Guerra e Persecução: Como o Trauma Atravessa Gerações e Como Podemos Reinscrver a Esperança
< Voltar para o blog Como os conflitos armados, o exílio e a violência estrutural afetam a mente de uma criança? Mais do que isso: como essas feridas psíquicas silenciosas ultrapassam o tempo e passam de pais para filhos? Vivemos em um mundo onde crises sociopolíticas, guerrilhas e violências extremas continuam a ceifar não apenas vidas, mas a inocência de milhões de crianças. Em cenários de guerra, muitas sofrem abusos, perdem suas famílias ou são forçadas a entrar em combate. Mas o impacto psíquico não termina quando o conflito acaba. Ele se desdobra em silêncios que gritam, em sintomas corporais e em dores que atravessam gerações. Para debater caminhos de escuta, acolhimento e reconstrução psíquica a partir da perspectiva do Sul Global, reúne-se uma rede internacional de psicanalistas, pesquisadores e especialistas de países como Moçambique, Brasil, Angola, Suíça, Alemanha, Portugal, EUA e Reino Unido. Se você atua na área da saúde mental, educação, direitos humanos ou simplesmente se sensibiliza com as causas da infância e da psicanálise contemporânea, este material é uma leitura indispensável. O Que Você Vai Encontrar Neste Ebook / Guia Completo? O documento traz a programação oficial e detalhada do IV Congresso Internacional de Psicanálise, sediado em Maputo (Moçambique) pela Universidade Politécnica e instituições parceiras. Dentre os principais eixos temáticos abordados, destacam-se: Por Que Você Precisa Ler Esse Material Hoje? “A violência começa quando deixamos de ver o outro.” — Paulina Chiziane 📖 Baixe e Leia o Ebook Completo Agora! Não perca a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos e fazer parte dessa reflexão transformadora. 👉 Clique aqui para acessar e ler o Ebook Completo em PDF 👈 < Voltar para o blog
EARLY CHILDHOOD AND ETHNIC-RACIAL RELATIONS: ANTI-RACIST CARE AT THE FOUNDATION OF HUMAN DEVELOPMENT
< Back to the blog Early childhood—the period spanning the first years of life—is when the foundations of human cognitive, emotional, and social development are laid. However, in a structurally unequal society, the bodies and subjectivities of Black children are affected from day care onwards by everyday practices of differentiation, neglect, and racialization. How can we ensure a healthy future without confronting racism at the root of human growth? THE TRAJECTORY OF AMMA PSIQUE E NEGRITUDE Founded in 1995 by Black women psychologists, AMMA Psique e Negritude is a civil society organization renowned as a benchmark in researching and addressing the psychological and subjective impacts of racism. With nearly three decades of uninterrupted work, the organization focuses on the psychological and political deconstruction of race and gender discrimination, operating as a training, research, and resource center in Brazil. The work of the AMMA Institute highlights that anti-racist care in early childhood is essential to prevent psychological suffering and guarantee a full and healthy development for all children. Welcoming infants and young children in their wholeness requires not only emotional sensitivity, but also scientific grounding and ethical commitment from educational and healthcare institutions. “The development of self-esteem and self-concept occurs during the first years of life, driven by how a child is treated by their family and in relationships across various social environments. Ensuring healthy racial relations during childhood is an urgent and collective duty.” THE URGENCY OF AN ANTI-RACIST LENS ON CHILDHOOD Recent studies in social psychology and early childhood education demonstrate that children between 8 months and 3 years old already begin to perceive physical differences between themselves and their peers. It is during this crucial phase that adult gazes, affectionate gestures, attentiveness, and access to toys shape a child’s sense of belonging and social value. Often in subtle or unintentional ways, institutional practices in daycares and preschools perpetuate erasure and rejection. From preferential physical affection to the hypersexualization and premature adultification of Black boys and girls, racism functions by dehumanizing young bodies and leaving deep marks on mental health. RESEARCH & DIAGNOSIS HIGHLIGHTS: This work stems from the project “Ethnic-Racial Relations and Early Childhood: Psychosocial, Educational, and Cultural Aspects”, coordinated by AMMA in partnership with six university research groups across various regions of Brazil (UFOPA, UFSCar, UNILAB, UFMA, UNICAMP, and AMMA). The investigation combines ethnomethodologies, scoping reviews, and field studies listening directly to children, their families, as well as Quilombola and immigrant communities. DISCOVER THE BOOK: “EARLY CHILDHOOD AND ETHNIC-RACIAL RELATIONS” To fill the gap in scientific literature and offer practical guidance for educators, psychologists, public policymakers, and families, the AMMA Institute and Editora Dandara have launched the book and e-book “Early Childhood and Ethnic-Racial Relations” (edited by Clélia Prestes, Márcio Farias, and Marcos Amaral). Organized into two major theoretical and empirical sections, the publication offers deep and transformative insights: The publication provides crucial tools for effectively implementing Law 10.639/03 starting in early childhood education, equipping academics and frontline professionals to build genuinely liberating and humanizing pedagogies. DOWNLOAD THE FULL E-BOOK FOR FREE Deepen your knowledge and transform your educational and caregiving practices. Access the complete material and strengthen the fight for an anti-racist childhood. Access link: https://www.ammapsique.org.br BIBLIOGRAPHIC CITATION: PRESTES, Clélia; FARIAS, Márcio; AMARAL, Marcos (Eds.). Primeira infância e relações étnico-raciais [Early childhood and ethnic-racial relations]. São Paulo: Editora Dandara; Instituto AMMA Psique e Negritude, 2024. 336 p. < Back to the blog
Primeira Infância e Relações Étnico-Raciais: O Cuidado Antirracista na Base do Desenvolvimento
< Voltar para o blog A primeira infância — período que compreende os primeiros anos de vida — é o momento em que se constroem as bases do desenvolvimento cognitivo, emocional e social do ser humano. Contudo, em uma sociedade estruturalmente desigual, os corpos e as subjetividades das crianças negras são atravessados desde o berçário por práticas cotidianas de diferenciação, negligência e racialização. Como garantir um futuro saudável sem enfrentar o racismo na raiz da formação humana? A TRAJETÓRIA DO AMMA PSIQUE E NEGRITUDE Fundado em 1995 por psicólogas negras, o AMMA Psique e Negritude é uma organização da sociedade civil referência na investigação e no enfrentamento dos impactos psicológicos e subjetivos do racismo. Com quase três décadas de atuação ininterrupta, a organização trabalha na desconstrução psíquica e política das discriminações de raça e gênero, atuando como um centro de formação, pesquisa e referência no Brasil. O trabalho do Instituto AMMA reforça que o cuidado antirracista na primeira infância é indispensável para prevenir o sofrimento psíquico e garantir um desenvolvimento pleno e saudável para todas as crianças. Acolher os bebês e crianças pequenas em sua totalidade exige não apenas sensibilidade afetiva, mas também fundamentação científica e compromisso ético das instituições de ensino e de saúde. “O desenvolvimento da autoestima e do autoconceito se dá nos primeiros anos de vida, justamente pelo modo como a criança é tratada pela família e nas relações que estabelece nos diversos ambientes sociais. Garantir relações raciais saudáveis na infância é um dever coletivo e urgente.” A URGÊNCIA DE UMA LEITURA ANTIRRACISTA DA INFÂNCIA Estudos recentes no campo da psicologia social e da educação infantil demonstraram que crianças entre 8 meses e 3 anos de idade já começam a perceber as diferenças físicas entre si e os pares. É nessa fase crucial que o olhar do adulto, os gestos de afeto, a atenção dispensada e o acesso aos brinquedos moldam o sentimento de pertencimento e valor social da criança. Muitas vezes de forma velada ou não intencional, práticas institucionais nas creches e pré-escolas reproduzem o apagamento e a rejeição. Desde a preferência no acolhimento físico até a hipersexualização e adultização precoce de meninos e meninas negros, o racismo atua desumanizando os corpos infantis e gerando marcas profundas na saúde mental. DESTAQUES DA PESQUISA & DIAGNÓSTICO: A obra é fruto do projeto “Relações étnico-raciais e primeira infância: aspectos psicossociais, educacionais e culturais”, coordenado pelo AMMA em parceria com seis grupos de pesquisa universitários de diversas regiões do país (UFOPA, UFSCar, UNILAB, UFMA, UNICAMP e AMMA). A investigação reúne etnomethodologias, revisões de escopo e estudos de campo que escutam diretamente as crianças, suas famílias e comunidades quilombolas e imigrantes. CONHEÇA A OBRA: “PRIMEIRA INFÂNCIA E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS” Para preencher a lacuna na literatura científica e oferecer subsídios práticos para educadores, psicólogos, gestores públicos e famílias, o Instituto AMMA e a Editora Dandara lançam o livro e e-book “Primeira Infância e Relações Étnico-Raciais” (organizado por Clélia Prestes, Márcio Farias e Marcos Amaral). Organizada em duas grandes seções teóricas e empíricas, a obra traz contribuições densas e transformadoras: A publicação oferece ferramentas fundamentais para a implementação efetiva da Lei 10.639/03 desde a creche, instrumentalizando a comunidade acadêmica e os profissionais da ponta para a construção de pedagogias verdadeiramente libertadoras e humanas. BAIXE GRATUITAMENTE O E-BOOK COMPLETO Aprofunde seus conhecimentos e transforme sua prática pedagógica e de cuidado. Acesse o material na íntegra e fortaleça a luta por uma infância antirracista. Acesse: https://www.ammapsique.org.br FICHA TÉCNICA DO LIVRO: PRESTES, Clélia; FARIAS, Márcio; AMARAL, Marcos (Org.). Primeira infância e relações étnico-raciais. São Paulo: Editora Dandara; Instituto AMMA Psique e Negritude, 2024. 336 p. < Voltar para o blog
Black Children, Health, and the Future: Why We Must Talk About Early Childhood and Racial Relations Today
< Back to the blog Have you ever paused to reflect on how structural racism impacts the first years of a child’s life? When we think about early childhood (the period from birth to age 6), we usually associate it with discoveries, play, affection, and learning. However, for thousands of Black children in Brazil, this stage is also crossed by invisible — and often brutal — barriers that directly impact their physical health, mental well-being, and their full right to simply be a child. To shine a light on this urgent debate and offer concrete paths toward transformation, AMMA Psique e Negritude — an institution with over 30 years of legacy in producing knowledge at the intersection of mental health and racial relations — has just launched the first edition of Caderno de Pesquisa Caminhos (Vol. 1): Health, Early Childhood, and Racial Relations. Whether you are an educator, healthcare professional, psychologist, researcher, or someone committed to building a more just and anti-racist society, this is an essential read. What Will You Find in Caminhos Research Journal Vol. 1? Edited by Márcio Farias, this first volume brings together rigorous scientific investigations, community experience reports, and deep reflections on how to articulate research, training, and public policies in favor of Black children’s well-being. Here are some of the key highlights featured in this issue: 1. Methodological Confluences and “Aquilombar” in Scientific Practice By Clélia Prestes, Marcos Amaral, and Nathália Machado (AMMA) How can we produce science in an ethical, affectionate, and politically engaged manner? Inspired by the teachings of Master Nego Bispo, the authors show how the confluence of knowledge among six research groups from universities across the country allowed for the creation of a methodology that actively listens to children, their families, and territories — bridging the psychic and political dimensions of care. 2. The Impact of Armed Violence on Early Childhood in Maré By Tainá Alvarenga and Gisele Martins (Redes da Maré) In a powerful and necessary account, the authors analyze how daily police operations in the Maré favela complex (Rio de Janeiro) violate fundamental rights. The disruption of school routines, the closure of public health centers (SUS), and the ongoing trauma experienced by children aged 0 to 6 reveal the deep scars left by state violence on child development. 3. Black Children and the Right to Education with Joy By Míghian Danae Has school been a space of welcoming or silencing for Black children? Professor Míghian Danae advocates for a pedagogy rooted in joy and sensitive listening, drawing on alacrity (as conceptualized by Muniz Sodré) and play as political acts of resistance, belonging, and emancipation. 4. Impacts of Daycare Access on Health in Early Childhood By Camila Fernandes, Leonardo Silveira, Huri Paz, and Matheus Gato (AfroCebrap) Public daycare centers are much more than spaces for child care: they are pivotal for food security and emotional development. The authors highlight the vital role of public early education in combating malnutrition and discuss the profound racial and territorial inequalities in accessing this fundamental right. 5. Applied Research, Public Policy, and Transnational Mental Health This volume also features a note on the international research project led by Emiliano de Camargo David focusing on hospitalization, substance abstinence, and racism (across contexts in Brazil, Colombia, and the US), alongside articles on how applied research should qualify public policies and psychology practices in Brazil. To conclude, a special curated selection of cultural and reading recommendations in anti-racism and mental health is included. Caring for Black Childhoods is Building the Future Building a future where Black children can grow up free, healthy, nurtured, and fully recognized in their humanity is not just a responsibility of the state, but an ethical commitment for society as a whole. Caderno Caminhos Vol. 1 is an invitation to reflection, affection, and collective action. It is a rich, evidence-based, and essential resource for transforming professional practices and strengthening anti-racist networks of care. 👉 CLICK HERE TO DOWNLOAD AND READ THE FULL EBOOK (PDF) 👈 Be sure to share this post with your colleagues, educators, and support networks. Let’s work together to make anti-racist action a daily practice! < Back to the blog
Crianças Negras, Saúde e Futuro: Por que precisamos falar sobre Primeira Infância e Relações Raciais hoje?
< Voltar para o blog Você já parou para pensar sobre como o racismo estrutural afeta os primeiros anos de vida de uma criança? Quando pensamos na primeira infância (período que vai do nascimento aos 6 anos), costumamos associá-la a descobertas, brincadeiras, afeto e aprendizado. No entanto, para milhares de crianças negras no Brasil, essa fase também é atravessada por barreiras invisíveis — e muitas vezes brutais — que impactam diretamente sua saúde física, mental e o seu direito pleno de ser criança. Para jogar luz sobre esse debate urgente e oferecer caminhos concretos de transformação, o AMMA Psique e Negritude — instituição com mais de 30 anos de legado na produção de conhecimento em saúde mental e relações raciais — acaba de lançar a primeira edição do Caderno de Pesquisa Caminhos (Vol. 1): Saúde, Infâncias e Relações Raciais. Se você é educador(a), profissional da saúde, psicólogo(a), pesquisador(a) ou alguém comprometido com a construção de uma sociedade mais justa e antirracista, esta é uma leitura obrigatória. O que você vai encontrar no Caderno Caminhos Vol. 1? Organizado por Márcio Farias, este primeiro volume reúne investigações rigorosas, relatos de experiências comunitárias e reflexões profundas sobre como articular pesquisa, formação e políticas públicas em prol do bem-estar das infâncias negras. Confira alguns dos destaques que compõem esta edição: 1. Confluências Metodológicas e o “Aquilombar” no Fazer Científico Por Clélia Prestes, Marcos Amaral e Nathália Machado (AMMA) Como produzir ciência de forma ética, afetiva e politicamente engajada? Inspiradas nos ensinamentos do mestre Nego Bispo, as autoras mostram como a confluência de saberes entre seis grupos de pesquisa de diversas universidades do país permitiu construir uma metodologia que escuta ativamente as crianças, suas famílias e territórios, articulando as dimensões psíquica e política do cuidado. 2. O Impacto da Violência Armada nas Primeiras Infâncias da Maré Por Tainá Alvarenga e Gisele Martins (Redes da Maré) Em um relato forte e necessário, as autoras analisam como o cotidiano de operações policiais no conjunto de favelas da Maré (RJ) viola direitos fundamentais. A interrupção de aulas, o fechamento de unidades de saúde (SUS) e o trauma contínuo vivenciado por crianças de 0 a 6 anos revelam as marcas profundas da violência de Estado no desenvolvimento infantil. 3. Crianças Negras e o Direito à Educação com Alegria Por Míghian Danae A escola tem sido um lugar de acolhimento ou de silenciamento para as crianças negras? A professora Míghian Danae defende uma pedagogia pautada na alegria e na escuta sensível, resgatando a alacridade (conceituada por Muniz Sodré) e o brincar como atos políticos de resistência, pertencimento e emancipação. 4. Impactos do Acesso à Creche na Saúde da Primeira Infância Por Camila Fernandes, Leonardo Silveira, Huri Paz e Matheus Gato (AfroCebrap) A creche pública é muito mais do que um espaço de cuidado: é um divisor de águas na segurança alimentar e no desenvolvimento emocional das crianças. Os autores evidenciam o papel vital das creches no combate à desnutrição e discutem as profundas desigualdades raciais e territoriais no acesso a esse direito fundamental. 5. Pesquisa Aplicada, Políticas Públicas e Saúde Mental Transnacional O caderno traz ainda uma nota sobre a pesquisa internacional liderada por Emiliano de Camargo David sobre internação, abstinência e racismo (em contextos no Brasil, Colômbia e EUA), além de artigos sobre como a pesquisa aplicada deve qualificar as políticas públicas e o fazer da Psicologia brasileira. Para fechar, uma seleção especial de dicas culturais e de leitura no campo do antirracismo e da saúde mental. Cuidar das Infâncias Negras é Construir o Futuro Construir um futuro em que crianças negras possam crescer livres, saudáveis, acolhidas e plenas em sua humanidade não é apenas um dever do Estado, mas um compromisso ético de toda a sociedade. O Caderno Caminhos Vol. 1 é um convite à reflexão, ao afeto e à ação coletiva. É um material rico, fundamentado e essencial para transformar práticas profissionais e fortalecer redes de cuidado antirracista. 👉 CLIQUE AQUI PARA BAIXAR E LER O EBOOK COMPLETO (PDF) 👈 Não deixe de compartilhar esta publicação com colegas de trabalho, educadores e redes de apoio. Vamos juntas e juntos fazer da luta antirracista uma prática cotidiana! < Voltar para o blog
How to Teach Children Self-Protection Without Fear: The Groundbreaking Approach of “This Body Belongs to Me!
< Back to the blog Category: Child Protection & Human Rights Discussing sexual violence prevention with young children and families is one of the most sensitive dilemmas faced by parents, caregivers, and educators. The fear of shocking them, shattering their innocence, or inducing unnecessary anxiety often leads to silence. However, experience and data show that silence is precisely the environment in which perpetrators find it easiest to operate. For decades, traditional prevention efforts focused almost exclusively on warnings like “don’t talk to strangers” or “don’t accept candy from unknown adults”. Yet, this type of advice creates a false sense of security. The vast majority of abuse cases occur within the child’s own family or close social circle, committed by familiar and trusted individuals. To truly protect our children, we need a new approach: playful, age-appropriate empowerment. Child Empowerment: The Key to Prevention Inspired by successful initiatives developed in Germany (PETZE) and Switzerland (Stiftung Kinderschutz Schweiz), the project “Este corpo é meu!” (This body belongs to me!), adapted and implemented by ARES in Mozambique, proposes a practical behavioral shift[cite: 1]. Rather than focusing on fear or danger, the methodology playfully fosters self-esteem, body awareness, and defense strategies starting from the early years of primary school[cite: 1]. “Confident children who are aware of their rights are not only better protected against sexual abuse, but also against all forms of violence and arbitrariness.” Children who learn proper terminology for their body parts, understand their emotions, and distinguish loving touches from uncomfortable ones gain the voice and discernment needed to identify abuse and seek help immediately. 7 Core Messages Every Child Should Learn The “This Body Belongs to Me!” e-book structures learning around seven essential, practical pillars: Adults Carry the Primary Responsibility Empowering children does not mean shifting the burden of protection onto their young shoulders. Parents, teachers, caregivers, and community members are the primary guardians of child safety. For prevention to work effectively in daily life, adults must equip themselves with proper educational tools, learning how to talk open-heartedly without taboos or embarrassment. Ready to Learn More and Implement This Approach in Your School or Family? The complete e-book for the “This Body Belongs to Me!” project offers detailed pedagogical insights, classroom dynamics, and essential guidelines for parents and educators[cite: 1]. 👉 CLICK HERE TO READ THE FULL E-BOOK “THIS BODY BELONGS TO ME!” Download it for free, share it with fellow parents and teachers, and help us build a strong protective shield for our children! < Back to the blog
Como Ensinar Autoproteção às Crianças Sem Gerar Medo: A Abordagem Revolucionária do Projeto “Este corpo é meu!
< Voltar para o blog Categoria: Proteção Infantil & Direitos Humanos Falar sobre prevenção contra a violência e o abuso sexual infantil é um dos maiores desafios enfrentados por pais, mães e educadores. O receio de chocar os pequenos, quebrar a inocência ou gerar medos desnecessários muitas vezes resulta no silêncio. No entanto, a experiência e os dados mostram que o silêncio é precisamente o ambiente onde os abusadores encontram maior facilidade para agir. Durante muito tempo, a prevenção tradicional limitou-se a avisos como “não fales com estranhos” ou “não aceites doces de desconhecidos”. Contudo, esse tipo de alerta cria uma falsa sensação de segurança. A grande maioria dos casos de abuso ocorre no próprio ambiente familiar ou social da criança, praticados por pessoas conhecidas e de confiança. Para proteger nossas crianças de verdade, precisamos de uma nova abordagem: o empoderamento lúdico e consciente. Sobre a Associação Reconstruindo a Esperança (ARES) A Associação Reconstruindo a Esperança (ARES) é uma organização não governamental moçambicana, com sede em Maputo, focada na promoção dos direitos humanos e na assistência social e psicológica a populações em situação de vulnerabilidade. A instituição se destaca principalmente pelo apoio psicossocial e pela proteção de crianças e mulheres vítimas de abuso sexual, violência doméstica e traumas decorrentes de conflitos, atuando em projetos de conscientização escolar, reintegração social e apoio comunitário para fortalecer a resiliência das famílias afetadas. Empoderamento Infantil (Empowerment): A Chave para a Prevenção Inspirado em iniciativas bem-sucedidas desenvolvidas na Alemanha (PETZE) e na Suíça (Stiftung Kinderschutz Schweiz), o projeto “Este corpo é meu!”, adaptado e implementado pela ARES em Moçambique, propõe uma mudança prática de comportamento. Em vez de focar no perigo ou incutir medos difusos, a metodologia trabalha a autoestima, o autoconhecimento corporal e o desenvolvimento de estratégias de defesa desde os primeiros anos do ensino primário. “Crianças confiantes e conscientes dos seus limites corporais não apenas estão melhor protegidas contra o abuso sexual, mas também contra todas as formas de violência e arbitrariedade.” Crianças que aprendem o nome correto das partes do corpo, que sabem expressar o que sentem e que diferenciam carícias agradáveis de toques estranhos ganham voz e discernimento para identificar abusos e procurar ajuda imediatamente. As 7 Mensagens Fundamentais que Toda Criança Deve Aprender O e-book do projeto “Este corpo é meu!” estrutura o aprendizado infantil em 7 pilares essenciais e práticos: A Responsabilidade É Sempre dos Adultos Capacitar as crianças não significa transferir a elas a obrigação de se protegerem sozinhas. Os adultos — pais, professores, encarregados de educação e a comunidade — são os principais responsáveis pela proteção integral da infância. Para que a prevenção funcione no cotidiano, precisamos nos munir das ferramentas pedagógicas certas, sabendo exatamente o que falar, como agir e como abordar temas delicados sem tabus ou constrangimentos. Quer Saber Mais e Aplicar Essa Metodologia na Sua Escola ou Família? O e-book completo do projeto “Este corpo é meu!” traz o detalhamento do guia pedagógico, abordagens lúdicas, dinâmicas para a sala de aula e orientações fundamentais para pais e educadores. 👉 CLIQUE AQUI PARA LER O E-BOOK COMPLETO “ESTE CORPO É MEU!” Baixe gratuitamente, compartilhe com outros pais e educadores e ajude a construir uma rede sólida de proteção para as nossas crianças! < Voltar para o blog